deixa-me chorar
o pranto da minha
própria morte.
essa angústia é só minha,
e nossa. mas
minha.
Pensei nessas palavras, quase exatas, ao ouvir, beirando a incompreensão, um cantor espanhol num tango, bafejando fúria. Vi, então, meio sem entender a totalidade da sensação, o tamanho da minha solidão.